segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Mais uma fazenda do sul de Rondônia entrou na Lista Suja Nacional do trabalho escravo

Mais uma fazenda do sul de Rondônia entrou na Lista Suja Nacional do trabalho escravo: "Agropecuária Corumbiara S/A" ( 04.418.398/0001-31) Rod. Estrada Vicinal Usina do Álcool, Km 110, Chupiguaia - RO flagrada com 05 trabalhadores rurais submetidos a condições degradantes e análagos a escravidão em dezembro de 2010. A Lista Suja do Trabalho Escravo a finais de 2010 incluiu mais 88 nomes flagrados pelas fiscalizações do Ministério de Trabalho e Emprego.   Enquanto parlamentares da bancada ruralista, como Moreira Mendes de Rondônia, continuam se opondo a aprovação da PEC 438 do Trabalho Escravo, que determina a expropriação das terras onde for constatada exploração de trabalhadores em sitação degradante e análoga à escravidão.
Conhecida como "lista suja", o cadastro oficial mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) é reconhecida internacionalmente como um dos principais instrumentos no combate ao crime de trabalho escravo no Brasil. A pressão decorrente da inclusão no cadastro se dá por parte da opinião pública e da repressão econômica. Após a inclusão do nome do infrator na "lista suja", instituições federais, como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o Banco da Amazônia (Basa), o Banco do Nordeste (BNB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) suspendem a contratação de financiamentos e o acesso ao crédito. Bancos privados também estão proibidos de conceder crédito aos relacionados na lista. Quem é nela inserido também é submetido a restrições comerciais e outros tipo de bloqueio de negócios por parte das empresas signatárias do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.
O nome da pessoa física ou jurídica incluída permanece na relação por pelo menos dois anos. Durante esse período, o empregador deve garantir que regularizou os problemas e quitou suas pendências com o governo e os trabalhadores. Caso contrário, permanece na lista., como é o caso dos outros dois nomes de Rondônia que permanecem na lista:

- Roberto Demario Caldas (276.566.089-15) o popular Robertão, Fazenda São Joaquim/Mequéns - Zona
rural de Pimenteira do Oeste/RO Flagrado com 219 trabalhadores submetidos a condições análogas a escravidão em dezembro de 2004.
- José Carlos de Souza Barbeiro (041.188.988-53) Fazenda Tapyiratynga – Gleba Corumbiara, Linha 135, Setor 09, Lotes 51, 52, 61, 63ª. 64B – Corumbiara/RO com 12 trabalhadores libertados em julho de 2005.

2 comentários:

  1. Vejo a necessidade de mais abrangencia na informaçao. A tal AGROPECUARIA CORUMBIARA S/A pertence ao GRUPO MINERVA, um dos maiores exploradores de negociatas em papeis publicos e oportunismos ao erário publico nacional. A familia VILELA DE QUEIROZ, se prevalece de tais negociaçoes. Penso que deveria haver uma devassa nos bancos estatais em cima dessas informaçoes. Informaçoes cadastrais forjadas, etc. pela justiça e transparencia deste país que amamos.

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  2. OsmarPrado@uol.com.br7 de março de 2012 13:17

    Quem não tem coragem de mostrar a cara não merece uma gota se quer de credibilidade, com certeza deve ser mais um funcionário deste Grupo que foi demitido e usa-se dos meios virtuais para tentar denegrir a imagem de uma empresa tão seria e transparente. Essa informação esta totalmente desatualizada e esse grupo ja cumpriu com todas suas obrigações.

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