segunda-feira, 31 de outubro de 2011

GRANDES PROJETOS: VIDAS SACRIFICADAS NO “ALTAR” DA GANÂNCIA



Conversando com os trabalahdores da cana
Escutando a Vida!!!






A CPT juntamente com a Pastoral do Migrante e sindicato dos/as trabalhadores/as rurais de Ji- Paraná e Rolim de Moura, portanto, uma equipe bem eclética esteve visitando os trabalhadores da Usina de Álcool “Boa Esperança” localizada no município de Santa Luzia. Distante de Porto Velho 600 quilômetros. A viagem foi longa, pois fica distante de Porto Velho 600 quilômetros, no entanto foi uma viagem  tranqüila, confortável e segura O número de trabalhadores e trabalhadoras nesta Usina é de 520.  Esta visita teve como objetivo o de  apresentar a campanha do combate ao trabalho escravo. Esta campanha é assumida pela CPT. Em nosso O regional Rondônia a Campanha foi retomada em agosto  deste ano. Além de apresentar a campanha do combate ao trabalho escravo nosso objetivo foi de apoiar os trabalhadores em possíveis violações de direitos trabalhistas e humanos.
 A Usina “Boa Esperança” é primeira usina de álcool de Rondônia. Esta instalação dentro do município de Santa Luzia do Oeste, na Zona da Mata. O projeto recebeu investimento financiado pelo Banco da Amazônia e o restante &ndash
A usina Boa Esperança iniciou sua atividade industrial no final de julho de 2008.  Sua capacidade instalada é de 300 mil litros de álcool combustível por dia.
A projeção é de que em 2012 a área de plantio seja de 6 a 10 mil hectares em  terras extremamente férteis na região. Seus reservatórios têm capacidade para armazenar 10 milhões de litros de álcool combustível. Sua produção hoje é  somente de álcool hidratado. No entanto, a usina também projeta iniciar a produção de açúcar refinado num prazo bem curto.
Usina "Boa Esperança"
Em  agosto de 2008 a Usina Boa Esperança foi autuada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) e pelo Ministério Público do Trabalho pela prática  de diversas irregularidades trabalhistas. a Usina Boa Esperança de Açúcar e Álcool Ltda concordou em pagar quase R$ 100 mil reais a 37 cortadores de cana-de-açúcar contratados na cidade de Nova Olímpia, Mato Grosso, por agenciador ("gato"), para trabalhar em fazenda pertencente ao grupo econômico da empresa e que foram encontrados em situação análoga à de escravo. A audiência foi realizada na Vara do Trabalho de Rolim de Moura, e após os trabalhadores puderam retornar para suas localidades de origem.
O Contato com os representantes da empresa foi civilizado, acolhimento com dignidade, simpatia percebemos certa cautela dos interlocutores;
O encontro com os trabalhadores, objetivo de nossa visita, foi espontânea, civilizado, percebemos que no inicio eles ficaram com alguma desconfiança, pouca interlocução em relação ao mérito da visita, após dialogo começaram a se abrir e falar da situação, do trabalho, da vida...
Nossa percepção referente ao cenário apresentado:
- Referente à empresa: demonstração de exploração do negócio, com respeito aos direitos trabalhistas, humanos e meio ambiente.
- Referente aos Trabalhadores: satisfação geral com o emprego e com a empresa, sinalizando algumas injustiças patronais (redução salarial, descumprimento da convenção coletiva e falta de equidade em relação à progressão funcional e política de remuneração) e, omissão e lentidão do sindicato da categoria.

O que observamos a partir da escuta, das observações e de ver a realidade é que as condições de trabalho de modo geral são regulares. No entanto constatamos situações precárias observada na portaria da fazenda; indústria com condições relevantes de riscos de acidentes; mapas de riscos omissos; falta de ambiente de lazer para os trabalhadores residentes; trabalhadores receosos ao relatar as condições de trabalho; falta de credenciamento e pagamento de periculosidade e insalubridade e penosidade se houver revezamento nos turnos; jornada de trabalho em turnos ininterruptos de 8 horas sem pagamento de 2 horas extras; falta de epi’s.
Nesta visita e primeiro contato percebemos o clamor dos trabalhadores e nós mesmo podemos sentir que se faz necessário uma atuação e presença efetiva do sindicato da categoria.













sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Trabalhadores paralisam as obras da usina de Santo Antônio - 28/10/2011

Canteiro de obra Santo Antônio
Funcionários que trabalham na construção da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira (RO), paralisaram as obras na madrugada de hoje (28).  Além de reajuste, os manifestantes reclamam o pagamento de horas extras. Jornais da região afirmam que os trabalhadores em protesto teriam incendiado um ônibus e começado a depredar o refeitório.  A Polícia Militar foi acionada e enviou viaturas ao local, mas durante a madrugada foi impedida de entrar na usina. O consórcio Santo Antônio enviou uma nota à imprensa em que confirmou que "um grupo de trabalhadores iniciou um tumulto no canteiro de obras da UHE Santo Antônio" e que no momento todas as atividades foram suspensas.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Grevistas acusam PF de truculência 24/10/2011



Momento da prisão do professor Valdir Aparecido
A tentativa da Polícia Federal de garantir a reintegração de posse do prédio da Reitoria da Universidade Federal de Rondônia (Unir) terminou em tumulto e na prisão de um professor na manhã dessa sexta-feira. O prédio está ocupado há três semanas por professores e alunos grevistas que pedem a saída do reitor Januário Amaral, acusado de corrupção. Grevistas acusam a PF de agir com truculência contra eles. O deputado federal Mauro Nazif que estava no local e denunciou a agressão dos policiais, anunciou que deve acionar o Ministério da Justiça para denunciar excessos.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

FAMÍLIAS DA "CAJU" SÃO RETIRADAS

Pelo menos 40 famílias devem ser retiradas de uma propriedade na zona rural do município de Candeias do Jamari, resultado de uma ação movida pelo proprietário, Paulo Feitosa de Souza, em que pedia a reintegração de posse de suas terras, um total de 237 hectares que, de acordo com ele, teve a área destinada à preservação ambiental, invadida indevidamente por famílias ligadas à Associação do Micro e Pequeno Produtor Rural do Baixo Candeias, Linha Caju. As primeiras desocupações iniciaram na manhã de ontem.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Movimentos de sem terra conseguem acordo com INCRA e Governo do Estado

Centenas de agricultores de acampamentos de posseiros e sem terra pressionaram o presidente do INCRA, Celso Lisboa Lacerda, de visita em Rondônia, e o Governador do Estado, Confucio Moura, a fim de parar os despejos de terra e frear a violência agrária em Rondônia.
A reunião aconteceu ontem em Ouro Preto d' Oeste. Os acampados, sabendo do evento, acorreram em massa para essa reunião ultrapassando muito os convidados. Chegaram vários ônibus de todo o estado, estavam presentes em torno 900 a 1.000 pessoas. Estavam presentes além do presidente do Incra e do Governador de Rondônia, várias autoridades, políticos e inclusive o juiz da comarca onde foi o evento.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Querem despejar mais 240 famílias em União Bandeirantes


Imagem do núcleo urbano do Distrito de União Bandeirantes,
dentro do município de Porto Velho
Duzentas e quarenta famílias da União Bandeirantes situadas na Linha Ferrugem; Linha Abacaxi; Linha do Contra; Linha 15 de Novembro; Primavera de Maio e Linha Mineiro receberam ordem para desocupar a área em dois meses. A área já tinha sofrido anteriores processos de despejo, em 2007. Os posseiros que ocupam a área formaram a Associação ASPARA. A informação é de moradores do lugar, que acham que a propriedade da área está sendo reivindicada pela empresa Sabbá.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Presos dois pistoleiros e armas, suspeitos de homicídios em Buritis e Campo Novo

foto de rondoniavivo das armas apreendidas em Cacoal
Na vigília da visita do presidente nacional do INCRA a Rondônia, alguns meios de comunicação de Rondônia tem publicado hoje a notícia da apreensão de diversas armas e pistoleiros em Cacoal, suspeitos de ter realizado homicídios nos conflitos de Buritis e Campo Novo, uma das regiões com mais violência agrária e mortes por esclarecer. A CPT Rondônia rtem realizado relatório citando mais de 90 conlfitos agrários no estado.


Seminário sobre políticas de saúde para população negra.

Seu Romão Calasans, liderança quilombola de Santo Antônio do Guaporé,
que faleceu vítima da doença de chagas.
Nos dias 21 e 22 de novembro de 2011, estará acontecendo em Rolim de Moura um Seminário que tem como objetivo: discutir Políticas de Saúde para população negra. O público alvo é : Comunidades quilombolas, grupos de consciência negra, população negra em geral, estudantes, homens, mulheres,jovens, professores, enfim todos que compreedem e lutam pela inclusão dos negros. Considerando toda diversidade etno cultural do povo Brasileiro é importante discutir políticas de saúde condiderando as especificidades de cada povo. O seminário começa às 9,00 h o dia 21 e termina com o almoço o dia 22 de novembro.

400 kg de ouro por mês saem de forma ilegal para os grandes centros dos continentes.

A boca do Pacáas Novo, em Guajará Mirim,
na fronteira com a Bolívia.
Chico Nery. Porto Velho, Rondônia – Relatório divulgado nesta segunda-feira 17 pela Cooperativa dos Garimpeiros, Mineração e Agro-Florestal [MINACOOP] revela que desde os anos 80 vem sendo registrados no Estado operações ilegais de extração e comercialização de minérios nos garimpos - dentro e fora - das áreas regulamentadas às atividades de lavra outorgadas rondonienses pelo Governo brasileiro. O número cresceu a partir de 2009 quando as autoridades nacionais perderam o controle sobre a proliferação dos garimpos no entorno do Rio Roosevelt, no bioma da região da República Diamantina de Espigão do Oeste e Pimenta Bueno, respectivamente, na área da Reserva da Terra Indígena Cinta-Larga, com o vizinho estado do Mato Grosso. - É de lá que a maioria das operações ilegais adentra nosso estado, desabafa Washington Cordeiro Campos. “Só há garimpos sem outorga porque as autoridades afrouxam na fiscalização”, ele disse.

domingo, 16 de outubro de 2011

Há quatro meses do assassinato de Adelino Ramos


Ontem visitamos o Projeto Agroflorestal na gleba Uruquetê, sul de Lábrea, local onde o Dinho (Adelino Ramos) era presidente de uma associação. Os fatos que a comunidade nos narrou: O ex motorista do Dinho chamado Domingos, um senhor moreno, que não é assentado porque já teve terra pelo INCRA, tem feito acordos com madeireiros e serrarias da região excluindo os assentados das negociações, já que estes são contra a venda de madeira. Domingos tem buscado pessoas para visitarem o assentamento na intenção de trazê-las para formar a sua base ali, já que a comunidade não confia nele e não o aceita como presidente da associação como ele aspira. Traz também madeireiros e donos de serrarias, e nas conversas com eles os assentados não são convidados. Há ainda um advogado de nome Rafael de Porto Velho, que tem toda a documentação da associação e não demonstra interesse de entregá-la para os assentados e o novo presidente da associação escolhido por eles de nome Marlon.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pistoleiros despejam 40 famílias e roubam produção

Novo ato de pistolagem foi realizado ontem por seis pistoleiros às ordens de Marcio Pesavento, contra quarenta e cinco famílias de posseiros da Linha 85, Capa 90, Lote 58 Setor 9, situadas na gleba Barão de Melgaço, em Pimenta Bueno. Na área as famílias faz quatro anos que estavam morando e produzindo. Ontem às 10 horas da noite, as casas foram queimadas e a produção roubada por seis capangas armados a mando do fazendeiro, tudo segundo relato por telefone dos pequenos agricultores que sofreram a violência. Também segundo declarações deles, o Terra Legal tinha realizado o cadastro da área. Outras informações dão conta de se tratar duma área com Contrato de Alienação de Terras Públicas (CATP) passível de ser retomada pelo INCRA como Terra da União,  se confirmar em vistoria que estava abandonada e não tinha cumprido as condições da alienação.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Governador anuncia polêmica estrada



Apelidada de Transrondônia, Confúcio Moura anunciou em Cerejeiras o projeto de construir uma estrada paralela a BR-364, que deverá atravessar uma das áreas mais sensíveis do estado: O Parque Estadual de Guajará Mirim. O projeto de construir uma estrada de Ariquemes a Guajará Mirim, a BR 421, já é antigo. Para tal foi invadida e posteriormente reduzida nos anos 90 a Área Indígena Karipuna. Hoje um carregador clandestino, apelidado de transcocainera, já cruza o Parque Estadual de Guajará Mirim, passando pelo violento distrito de Jacinópolis. A novedade da proposta é que o início da estrada esteja em Pimenteiras, para seguir por Cerejeiras, Corumbiara, Chupinguáia, São Felipe, Alvorada, Urupá, Mirante da Serra, Campo Novo e Buritis, seguindo o percurso da BR 364, até descer para Nova Mamoré e Guajará-Mirim, e seguir pela Bolívia pela ponte projetada no Rio Mamoré.

Carta do Acre

Movimentos sociais, ongs e organizações populares do Acre, entre eles a CPT, debatem o novo "capitalismo verde" que invade a Amazônia e mostram as contradições deste modelo.

Carta do Acre. Em defesa da vida, da integridade dos povos e de seus territórios e contra o REDD e a mercantilização da natureza. Estivemos reunidos em Rio Branco - AC, entre os dias 3 a 7 de outubro de 2011 na Oficina: Serviços Ambientais, REDD e Fundos Verdes do BNDES: Salvação da Amazônia ou Armadilha do Capitalismo Verde? Estávamos presentes, organizações socioambientais, de trabalhadoras e trabalhadores da agricultura familiar, organizações de Resex e Assentamentos Extrativistas, de direitos humanos (nacionais e internacionais), organizações indígenas, organizações de mulheres, pastorais sociais, professores, estudantes e pessoas da sociedade civil comprometidas com a luta “dos de baixo”.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O "FESTIVAL" DE REINTEGRAÇÃO PROSSEGUE.


Agora é a vez da Linha do Caju no município de Candeias  do Jamari. Ontém 10/10 de manhã a CPT esteve presente na área onde estão as trinta e cinco famílias com liminar de despejo. Todos têm suas casas construídas, com estrada e produção de alimentos e pequenos animais. À tarde todos compareceram ao INCRA por sugestão do advogado para se interarem junto à Ouvidoria Agrária dos procedimentos cabíveis, no atual contexto.  

PARA O MIGRANTE, "PÁTRIA É A TERRA QUE LHE DÁ O PÃO” (SC)

Operários das usnas aguardam o transporte
para os canteiros de obras  numa rua de Porto Velho

A cidade de Porto Velho vive hoje os impactos do avanço do capitalismo. Quando falamos do avanço do capitalismo estamos falando dos grandes projetos de aceleração do Crescimento – PAC, principalmente para a grande região amazônica. Aonde tais projetos chegam sem levar em conta os povos tradicionais, os indígenas, quilombolas, ribeirinhos e a própria floresta.
Tais projetos chegam e vão impondo uma nova forma de ser e viver na amazonas, sem levar em conta a riqueza humana e natural desta região. Mas tudo isso em nome do progresso – do desenvolvimento. Perguntamos-nos: Progresso para quem? Desenvolvimento para quem e para o que? As respostas dependem dos interesses dos grupos.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Nova ordem de despejo em Vilhena atinge 40 famílias

Nova ordem de despejo da justiça estadual de Rondônia, ordena o despejo de 45 famílias da Linha 85, Capa 90, Lote 58 Setor 9, situadas na gleba Barão de Melgaço, em Vilhena. Os agricultores tem 15 dias para recorrer a liminar, proferida a pedido de Marcio Pesavento. Em Vilhena outras muitas famílias de pequenos agricultores estão ameaçadas de despejo. Além da ordem judicial, os agricultores da Associação de Pequenos Agricultores de Melgaço, em junho já denunciaram muitas ameças e continuam denunciando a presença intimidatória de pistoleiros armados na área. 

sábado, 8 de outubro de 2011

Dom Moacyr Grechi sofreu ameaças de fazendeiro

Dom Moacyr Grechi sofreu ameaças depois de ter pedido a Ouvidoria Agrária intervir para evitar o despejo de  45 famílias de posseiros de Ariquemes . Dom Moacyr tinha pedido a intervenção da Ouvidoria Agrária e a Justiça Federal concedeu um prazo de mais 60 dias para as famílias. Segundo o INCRA, existe uma ação de retomada judicial da área, pois é terra da união. Dom Moacyr teria registrado queixa na Delegacia de Polícia Civil e o MPF aberto inquérito civil público para averiguar as ameaças recebidas.  

Ameaças de morte contra juízes federais de Rondônia



Foto divulgada do juiz Herculano Nacif
O juiz federal Herculano Martins Nacif, titular da diretoria do foro da Justiça Federal de Porto Velho, denunciou em entrevista concedida à imprensa, hoje à tarde (07/10), que juízes federais estão sendo ameaçados de morte no Estado de Rondônia. O juiz Herculano Nacif é também juiz da Vara Agrária da justiça federal de Rondônia. Herculano Nacif não chegou revelar quais são os juízes que receberam ameaça de morte, nem tampouco onde trabalham esses magistrados, segundo ele, para não atrapalhar as investigações. No entanto, revelou que a ameaça é concreta e foi informada a ele hoje pela manhã através do serviço de inteligência da Polícia Federal.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Programa de Aceleração do Crescimento Selvagem: Jaci Paraná, bordel a céu aberto.

Meu povo de Rondônia. Paz e bem! Vejam a que ponto chegamos. Passamos a ser escândalo para o Brasil e o mundo. Isto nos faz lembrar do que disse Jesus: "Ai daqueles que causam escândalo" (Mt 18,7); Ai dos PACs da vida!!!! Devemos nos lembrar da insistência de Dom Antonio (então bispo de Ji-PAraná), no sentido de debatermos a inda dos grandes projetos pra RO e Amazônia. Pouca coisa foi feita. Destaco a luta do Centro de Defesa, Maria dos Anjos, da CJP da Arquidiocese, MAB, MP, CEIA (Juizado Especial). No Governo atual, percebe-se um esforço maior por meio de equipes comprometidas. A luta deve continuar! Assunto: Programa de Aceleração do Crescimento Selvagem: Jaci Paraná, bordel a céu aberto.

Depois da morte de Adelino Ramos, continuam as ameaças.

A situação continua tensa e conflitiva no Projeto de Assentamento Florestal (PAF) Curuqueté, quatro de meses depois do assassinato de Adelino Ramos, que era presidente da associação do referido assentamento.  O PAF Curuqueté está situado dentro do Estado do Amazonas, no município de Lábrea. Porém somente tem acesso pela estrada BR364,  desde Vista Alegre do Abuná (distrito de Porto Velho, Rondônia), já perto do Acre. A causa dos problemas são a existência de pessoas interessadas em colocar serrarias dentro do projeto de assentamento. As famílias têm grande preocupação por este fato.

Candéias: despejadas pela justiça 243 famílias sem teto.


O inchaço de Porto Velho tem feito estourar também a vizinha cidade de Candéias de Jamari. Um terreno abandonado de 8 hectares foi ocupado por 243 famílias. Não demorou a justiça, pelo conhecido juiz José Jorge Ribeiro da Luz  ordenar o despejo delas, que aconteceu esta passada segunda feira, dia 03 de outubro, a pedido de Marcelino da Silva dos Santos. No INCRA o local está cadastrado como terra da união e as terras podem ser requeridas pela Prefeitura como terreno urbano.